
Na noite da cidade
Não há rastros, nem há lances, morbidade.
Minha doce mórbida cidade.
Que me atinge quando cala,
E o que me atinge quando fala?
Caminhas perdidinha, em teu clima “antionte“
Menina tola, menina feia e indefesa.
Não saístes ilesa do abandono,
E tu rasgaste ainda de saudade meu coração.
E tu tens em teu solo um bonito chafariz,
Que isolado tece um extenso monólogo.
E reparte o que é dado e o que é compensação.
Pelas ruas das perversas tradições,
Nos becos escuros de tua lua, as ruas, suas maldições.
Adrivan .M. henrique

2 comentários:
eu bati uma foto parecida com essa uma vez, que sempre me faz pensar o quanto gosto mais desta cidade a noite...
ruas extensas tão eternas
ruas que me trazem os amores
luzes brilhos lâmpadas
que na pestana ofuscam e silenciam
a chuva no asfalto nos afoga
em noites de boemia
eu a amo bela dona
ha! saudades de ti
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