
Pessoas! Os dias que antecederam o evento que ocorreu no Casarão no dia 14 de maio foram uma loucura. Bem, eu acho sempre muito complicado essa coisa de tocar sem ter tempo de preparar um espetáculo. Foi tenso, selecionar os músicos, discutir um repertório e torná-lo apresentável. Nada disso foi possível, não houve ensaio com instrumentos elétricos. Quando recebi o convite dos estudantes em movimento do Casarão para tocar no sábado às sete da noite não pude negar, pois, Willian um grande músico e amigo meu vinha de Cabo frio para passar um tempo de férias por aqui. Ocasião perfeita para tocar canções do Jardim invisível.
Convidamos o Cebola para assumir o baixo, e, com pouco tempo fomos forçados a tocar em "power-trio". Finalmente chega o dia. Uma tensão por conta dos preparativos finais. Mas, à noite seguia num clima agradável. Foi relaxante ter feito um som com os camaradas da Anti matéria que, também tocariam por lá. Alguns minutos antes do show, sugeri abrir a apresentação com a música "Natália" da legião urbana em improviso total. Foi uma verdadeira Jam-session. Em seguida tocamos canções apresentadas em outras ocasiões. Um repertório parecido com o que foi feito no Artpoiese da UENF. "Quando à noite chegar", "O verde disse adeus", e uma canção novinha "Poetas modernos" todas mùsicas do Jardim invisível.
Meu momento seria a apresentação da música "O martim" que, não foi possível pois o pessoal da guarda de postura chegou ao local e não era pra nos ver tocar nem criticar minha coluna, era para pedir o fim do som amplificado. Fiquei com maior gostinho de quero mais. Pessoas. Prometo apresentar-lhes a musica O martim. Espero por todos na proxima aparição do jardim. Até lá!

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